Frankenstein (1931)

Qual o significado dessa tattoo pra você?
Sou fanático pelos monstros clássicos da Universal da década de 30, como Frankenstein, Drácula, Wolfman, entre outros. Desde criança eu era fascinado por eles, por ser algo diferente do que estamos acostumados a ver. Resolvi fechar o braço com o tema que eu mais gosto de filmes. Então comecei com os personagens citados e mais a noiva do Frankenstein. No fundo tem o castelo do Frankenstein com raios e aparelhagens dando vida ao monstro. Tem também um poema famoso do Wolfman escrito na parte interna do braço: “Even a man who is pure in heart and says his prayers by night may become a wolf when the wolfbane blooms and the moon is full and bright”.

Riscado: Diego Karloff
Idade: 24
Cidade/Estado onde reside: Barueri / SP
Perfil Facebook: fb.com/diego.karloff
Tatuador: fb.com/Don-Rodrigues

(resenha por Marcos Poli)
Graças ao leitor Diego Karloff, vamos conhecer esse clássico do terror. Frankenstein, lançado em 1931, é considerado por muitos, o filme definitivo sobre a obra de Mary Shelley, mesmo não seguindo o livro ao pé da letra.

O filme começa com o Dr. Henry Frankenstein (Colin Clive) e seu ajudante, Fritz (Dwight Frye), roubando corpos. Logo depois, Henry pede que Fritz roube também um cérebro da faculdade, e, entre um cérebro normal e outro pertencente a um criminoso, vocês já devem imaginar qual o desastrado acabou pegando, não?

Com essa ”coleta” feita, Henry dá início ao seu precioso experimento.

Em paralelo com isso, sua noiva Elizabeth (Mae Clarke) e seu amigo, Victor Moritz (John Boles), preocupados com seu exílio e obsessão, seguem ao seu encontro junto com o Dr. Waldman (Edward Van Sloan), uma espécie de mentor de Henry na faculdade. Ao ser flagrado, e, sem muitas opções, ele os convida para observar a sua criação. Henry ergue um corpo até o teto do castelo (onde ocorre uma terrível tempestade), e, depois de algumas descargas elétricas, o desce novamente. Após certa apreensão, a mão da criatura se move, e, Henry, fora de si, exclama: ”Está vivo! Está vivo!”. Alguém no recinto fala sobre Deus, e ele, lunática e orgulhosamente replica: ”Agora sei o que é ser Deus!”

Um novo ser é criado a partir de partes de corpos costuradas pelo sádico Dr. Frankenstein, e, após demonstrações de violência, a criatura é vista como um perigo. Mesmo que, em alguns momentos, ele pareça um ser em aprendizagem ou apenas um reflexo da loucura das pessoas ao seu redor, seu instinto violento (provavelmente herdado do cérebro que ganhou) o coloca em verdadeiras ”ciladas” e aos poucos toda a cidade está em alvoroço querendo a cabeça do ”monstro”.

Uma excelente analogia sobre a busca do homem em querer ser ou ter o poder de um Deus, criando a vida e tentando erradicar a morte. No início do filme há um aviso sobre o teor pesado da história, e, se alguém não se sentir bem com o filme, por favor, não diga que não foi avisado… Demais, né?

Clássicas cenas como a primeira vista da criatura, de costas, virando-se lentamente para ganhar um close da câmera, ou as sequências finais no moinho-de-vento, fazem desse filme uma experiência interessante. O tempo passou, muitas coisas mudaram, mas ver o medo que conseguiam impor nos espectadores há mais de 80 anos atrás é impressionante. Realmente um filme que merece ser tatuado.

Trailer do filme:

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Feito por Lifestyle Tattoo. Todos os direitos reservados.

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